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Eva e Valter

Ela mexicana, com todas as características, de pele morena, cabelos escuros e sua longa trança, com  um caminhar sem pressa. Ele, alto, olhos esverdeados, cabelos grisalhos, traços que assustaria uma criança por ter em seu rosto uma mancha vermelha marcante, olhos atentos, caminhar suave e de nacionalidade  alemã, mas erradicado em México ha mais de 40 anos.
Conheci o casal, nas caminhas pelo bosque. Cindy e Julie foram as responsáveis da aproximação. Elas chegaram perto do casal, pularam em suas pernas, lamberam suas mãos e foram hipnotizadas com o carinho recebido por eles. Logo vem a pergunta, -
" Como se llaman las perritas"?   "Son hermosas", complementando o agradecimento que gera uma conversação agradável entre nos. Passaram meses, eventualmente los encontrava caminhando e um rápido bom dia e boa tarde seguíamos com nossos passos hora apressados, hora lentos, sendo atraídos pela natureza que pousava para as inúmeras fotos que ao bosque embelezam com suas variedades e delicadeza.
Eres fotografa ou bióloga? Quisera ser fotografa profissional, mas o hobby já me consome um tempo razoável. Biologia foi  uma das poucas matérias que sacavam dez com orgulho, principalmente no que referia a genética. Com as ramas secas das arvores na mão e folhagens lhes explicava que fazia os quadros com esse material  e que também amava fotografar a natureza. Com uma 'tonelada' de assuntos que pareciam querer ser falados por todos, os convidei para um cafezinho em casa. Naquela manha, não podiam, pelos compromissos depois da caminhada, mas ficou a promessa. 
Hoje, passado vários meses os encontrei novamente. Um sorriso seguido de um abraco caloroso me receberam no bosque. Ela queixou-se de uma dor no joelho  e ele, o esposo  para  nos  a vontade naquela conversação, saiu adiante para caminhar no fresco ar da linda manha de inverno.
O convite foi reforçado para o cafezinho em casa, e não e que depois de fazer meus exercícios, me despedi e segui para casa, imaginando que talvez não viriam. Passado uma hora, a campainha tocou e para minha surpresa e alegria eles vieram para o cafezinho. Que gostoso!


Chegaram elogiando o jardim, a casa, o quadro da família na parede. Sentaram e por uma hora falamos da vida, dos tratamentos médicos, das medicinas alternativas, dos talento do esposo que trabalhou como impressor por vários anos, do seus hobbies , como desenhar e voar. Ele e  piloto de seu jatinho que o levava segundo ele, mas para junto de Deus alguns dias da semana.


Que agradável, entre os cafezinhos, a parada  no jardim para admirar as plantas, um pulinho no bangalô para ver meu 'atelier' e apresentar meus 'masterpieces" e meu  primeiro livro em espanhol que acaba de ser lançado.  Passamos algumas horas juntos e parecia sermos amigos de anos.
Que gostoso!  Valeu o contato, o carinho, o convite, o abrir a porta do coração para  receber, o doar se e mesmo que não seja pra sempre, valeu a aproximação e ficou a admiração e a benção de poder ouvir, ser ouvida, abençoar e  mostrar um pequeno gesto que chamo de amor ao próximo por ambas as partes. Não precisa muito, basta boa vontade e claro amor.



Ser hospitalario


Hospedaos los unos a los otros sin murmuraciones. —1 Pedro 4:9

En el Nuevo Testamento, la hospitalidad es un distintivo de la vida cristiana.
Se enumera como una de las características de los líderes de la iglesia (1 Timoteo 3:2; Tito 1:8) y es un mandato para todo seguidor de Jesús, como una expresión de amor (Romanos 12:13: 1 Pedro 4:9).
Pero su significado va más allá de que seamos anfitriones bondadosos o de que ofrezcamos nuestra casa a invitados.

La palabra griega traducida «hospitalidad» significa «amor a extraños».
 Cuando Pablo habla de estar «practicando la hospitalidad» (Romanos 12:13), está llamándonos a procurar relacionarnos con personas necesitadas.
No es una tarea fácil.

El escritor Henri Nouwen lo compara a alcanzar a aquellos con quienes nos cruzamos en el camino de la vida: personas que tal vez estén lejos de sus culturas, sus países, sus amigos, sus familiares o incluso de Dios.
Nouwen escribe: «Por lo tanto, la hospitalidad se refiere primordialmente a la creación de un espacio libre donde el extraño pueda entrar y convertirse en amigo en vez de enemigo.
La hospitalidad no debe cambiar a las personas, sino ofrecerles un lugar donde pueda producirse un cambio».

Ya sea que habitemos en una casa, en un dormitorio universitario, en una celda de la cárcel o en una barraca militar, podemos dar la bienvenida a otros, como una forma de demostrar nuestro amor a ellos y a Cristo.
Hospitalidad es hacer lugar a los necesitados.
La hospitalidad puede llenar el vacío de un corazón solitario.

enviado por Terezita Molinas
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